Os sinais de recuperação da economia estão a demorar a chegar ao mercado de trabalho e ameaçam as previsões mais optimistas do Governo. No terceiro trimestre de 2009, a taxa de desemprego disparou para os 9,8% e, segundo as estatísticas oficiais, afectou 547,7 mil pessoas.
Pode um país em que um em dez dos seus cidadãos não encontra trabalho ser considerado livre e democrático? Veio o engenheiro desculpar-se com a crise, como se não tivesse culpas no cartório, como se não fosse um dos que aplicam o sistema capitalista global à força e à custa dos cidadãos do seu próprio país. Que inocência pode alegar quando foi ele o autor da nova lei do trabalho que tudo permite aos patrões e retira todos os direitos aos trabalhadores? Que lógica pode haver em enterrar mais de 3 mil milhões para aguentar um Banco delapidado pela corrupção e vermos depois os trabalhadores da Quimonda Solar serem despedidos ao verem declarada a insolvência da empresa por uma divida de 26 milhões. Não seria o dinheiro enterrado naquele Banco mais bem empregue a salvar empresas e empregos, garantindo a dignidade das pessoas e a sustentabilidade do país quando a crise passasse? Não seria esse dinheiro mais bem empregue a salvar o trabalho e a evitar a miséria e o sofrimento daqueles que não conseguem trabalho para sustentarem os seus filhos?
Tadinhos dos pobres políticos....... trabalham TANTO e ganham tão pouco...
Meus amigos (as), vamos unir esforços e angariar fundos para ajudar o COITADO.
SILVA LOPES, 77 ANOS,
NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS. A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou. SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade,ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformasque tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logoque saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS,empresa do Grupo EDP. Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milharde euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos docentrão. Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% depobres, onde o desemprego caminha para niveis assustadores, onde ossalários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nivel dasubsistência. Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento desalários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, ocongelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro). Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros deremunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, paraquando o " comissário PS " for para a reforma. Claro que isto não vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar detacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com osmilhões de euros que vão recebendo anualmente.
O Salário Mínimo Nacional vale actualmente menos do que em 1974 quando foi criado. Se tivesse evoluído ao ritmo da inflação deveria ser hoje de 584 euros, mais 30 por cento do que os 450 definidos no início do ano.
Se tivesse evoluído ao ritmo do crescimento dos preços, o Salário Mínimo Nacional podia valer hoje mais de 580 euros.
Nascido em 1974, faz hoje 35 anos, o decreto-lei então publicado explicava os objectivos de criar uma retribuição mínima mensal: garantir a correcção dos desequilíbrios sociais e económicos, melhorando os «níveis de vida muito baixos».
Na altura, a decisão iria beneficiar 50 por cento da população activa. Era esse o objectivo escrito no decreto-lei assinado pelo primeiro Governo provisório, liderado por Adelino da Palma Carlos. 3.300 escudos (ou 16 euros e meio) era o salário mínimo de então.
As contas feitas pela TSF com a ajuda de João Loureiro, professor da Faculdade de Economia do Porto, mostram como rapidamente nos anos seguintes o crescimento do salário mínimo ficou abaixo da inflação.
Nos últimos três anos o governo socialista aumentou a retribuição mínima acima do crescimento dos preços, mas a medida contínua no entanto longe de compensar a perda de poder de compra das décadas anteriores.
Os dados mais recentes do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social apontam para 6,3 por cento dos trabalhadores a ganhar em Abril de 2008 a retribuição mínima mensal garantida. A diferença entre sexos é clara: 5 por cento dos homens recebem o salário mínimo, contra quase 10 por cento das mulheres.
Dados do Eurostat mostram que o salário mínimo português é o segundo mais baixo dos países da Zona Euro, ficando apenas à frente dos ordenados que se encontram na Eslováquia.
Armando Vara, melhor, o Dr. Armando Vara, um turbo-licenciado à pressa na Independente (apenas 2 dias antes de assumir a direcção na CGD) no mesmo tempo de Sócrates, pede a "suspenção" do seu mandato (e não a suspensão)!
Agora, que as águas estão mais calmas, no que concerne a questões de linguística, surge-nos de chofre o Novo Programa de Português (NPP). Poderíamos pensar que estaríamos descansados em relação à arqui-designada TLEBS (Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário), porém, para quem não sabe, o NPP traz à colação o Dicionário Terminológico, nova designação para a tal terminologia linguística.
Se concluirmos (o que pode ser refutável) que o NPP em pouco acrescenta ou altera os Programas de Língua Portuguesa dos três ciclos, ficamos com a impressão - quiçá errada - de que o novo programa está ao serviço do Dicionário Terminológico (convém referir que a versão on-line, do Ministério da Educação, se encontra em http://www.dgidc.min-edu.pt/linguaportuguesa/Paginas/DT.aspx e que existe já uma edição em papel, não oficial e distinta da organização da versão do ME, editada pela Plátano Editora, de Isabel Casanova, intitulada Dicionário Terminológico, compreender a TLEBS). Se assim for, há razão para nos alertarmos e até preocuparmos. Seria, a ser verdade, uma forma pouco deontológica de impor uma verdade que, até ver, carece de consenso. Até agora, não está provado que a nova gramática seja um benefício pedagógico para os alunos: a complexidade terminológica e a distinção quase subtil de conceitos gramaticais surgem como um impedimento a uma assimilação de conceitos que, na gramática tradicional, não se poriam. Nessa gramática, não só não se esmiuçavam certas noções, como havia uma margem, ao critério dos professores (ainda que com certa base científica), para a ressalva de incongruências possíveis ou zonas de ambiguidade. Com a nova terminologia, toda a linguagem metalinguística se torna complexa, surgindo novas zonas de ambiguidade mais delicadas ou que, ao que parece, implicam a sua dose de relativismo.
Saliente-se que foram vários os protestos contra a TLEBS, surgidos essencialmente em 2006. Desde Eduardo Prado Coelho a Saramago, passando por Maria Alzira Seixo ou Manuel Gusmão (que escreveu o excelente artigo "Uma triste Vocação para o Desastre", sobre essa matéria - Expresso, 27 de Janeiro de 2007), várias foram as vozes críticas e discordantes. Passou-se a ideia de que havia, para além de critérios académicos, interesses económicos e particulares associados à implantação dessa nova terminologia.
Recordo aqui algumas palavras da cronista Helena Matos, do jornal PÚBLICO: "O monstro chama-se TLEBS. Para memória futura convém defini-lo desde já como o maior contributo dado por Portugal para a iliteracia das gerações futuras (11 de Novembro de 2006)" e "Podemos discutir interminavelmente as vantagens e desvantagens da nova terminologia. Pessoalmente considero-a confusa, desadequada e prolixa. Pode objectar-se que a terminologia substituída pela TLEBS padecia dos mesmos defeitos. Em alguns casos sim, mas em grau muitíssimo menor (18 de Novembro de 2006)". Num ponto - até porque a cronista não pode provar certas afirmações - Helena Matos está certíssima: a TLEBS (agora Dicionário Terminológico) é prolixa. Implica imensas noções para explicitar uma, tende a favorecer a minudência, é sumptuosa nas evidências. Mas isto são sinais dos tempos, num tempo em que os professores são triturados nas pilhas de papéis que também eles criaram, ou em que se concebem reuniões por matérias vácuas.
Desfolhando o Dicionário Terminológico de Isabel Casanova ao acaso, paro na página 50, onde encontro a entrada "Assassínio linguístico". Diz a referência: "Diz-se da morte linguística causada por uma língua politicamente dominante". Ora, não será mesmo disto que se fala, quando se fala de nova terminologia? De uma espécie de Novi-língua de Orwell? Estaremos assim tão perto daquele 1984?
A chamada casa da democracia reabriu na quinta-feira. Tudo como dantes sem ser palha de Abrantes, mas com muitas escleroses de brigadas do yes minister. No Portugal Contemporâneo, é o 76º parlamento, para o 126º governo, depois de cerca de 200 golpes de Estado, 5 revoluções, 8 reis e 8 presidentes eleitos pelo povo, em cima de 13 233 dias de salazarquia.
Os cinco partidões parlamentares entraram ontem em São Bento como se estivessem na fila para a inspecção militar numa direcção-geral que os funcionaliza em soldados rasos. E não repararam como a cerimónia de unidimensionalização estava quase a ser transmitida em directo...
Poucos observaram que já não há esquerda nem direita no hemiciclo, mas um partido dito de esquerda que é do centro e vai governar à direita e que dominam os chamados bonzos, acicatados por endireitas e canhotos, transformados em simples satélites do centrão. O socratismo acabou, o gamismo continua.
Raros notaram que as decadências em Portugal duram que se fartam. Têm o tempo do estertor do rotativismo, ou da nova república velha depois do sidonismo, ou do salazarismo depois das eleições Delgado. Porque todos os partidos pós-revolucionários são meras federações de grupos de interesse e de pressão em equilíbrio instável. Só o sentimento predador face ao poder os unidimensionaliza...
Todos os grandes partidos são pilha-tudo, entre o unipessoal dos comandos e a ilusão das mobilizantes candidaturas presidenciais, perdendo a funcionalidade, onde, quanto menos maiorias absolutas, maior será a hierarquização face aos directórios partidários...
Qualquer cidadão que sofra as agruras de qualquer um dos microcosmos da mesa do orçamento sabe de experiência sofrida que a crise de mobilização para bem comum nos encarquilha. Qualquer dos que ainda vivem encantados percebe que a falta de organização do trabalho nacional é provocada pela tradicional ditadura da incompetência que se apoderou dos organigramas e das chefias das ferocidades reformadoras da nossa decadência. Acontece a São Bento o que está a suceder em autarquias, direcções-gerais, escolas e quartéis.
Todos vivem entre a renúncia e a greve de zelo, como antes do 25 de Abril de 1974, quando também dominava o ambiente de estado a que chegámos... Prefiro o Salgueiro Maia!
À saída da reunião com o Sr. Silva, onde foi indigitado para formar o novo governo, o Engenheiro afirmou que ia reunir com todos os outros partidos com Espírito aberto e coração limpo. Para quem sofra de amnésia ou acredite em milagres foi um lindo discurso, mas para quem sofreu a prepotência e a arrogância dos últimos quatro anos só pode olhar-lhe para o nariz para ver quantos centímetros cresceu quando o disse.
Transformação Independente VI Convida a População para a GIGA SARDINHADA dia 8 de Outubro no Jardim Grande ou na Casa do Povo de Castelo de Vide (depende da chuva).
Esmerado serviço de bar acompanha sardinhas acabadas de pescar.
Música a cargo dos OIOAI.
Não é necessário ser eleitor no Concelho e se os membros das outras listas quiserem vir, estão convidados.
No infinito espaço da Internet acaba de nascer um outro blogue relacionado com Castelo de Vide.
Denomina-se por 123digalaoutravezcastelodevide" e apareceu no início de Agosto. Os seus responsáveis, por enquanto anónimos, sublinham que não pretendem ofender ninguém, antes o que querem é divulgar imagens da vila de Castelo de Vide.
O primeiro "post" fotográfico é sobre os "antigos quartéis".
Para ver em http://123digal aoutravezcastelodevide.blog spot.com/ .
Com factos novos e documentos inéditos descobertos, publico em livro "O Dossiê Sócrates". Este livro contém o revisto trabalho de investigação publicado no blogue Do Portugal Profundo sobre o percurso académico do primeiro-ministro José Sócrates - e ainda uma introdução sobre o contexto da investigação e um epílogo onde são revelados factos e documentos novos (não publicados no blogue), entretanto destapados. São ao todo 405 páginas, das quais 251 correspondem aos posts revistos publicados no blogue e o resto a material novo.
José Sócrates anunciou ter como objectivo fazer com que a juventude portuguesa, os seus problemas e os seus anseios tenham uma presença nesta campanha. A escolhida para mandatária de campanha para a juventude pelo Partido Socialista foi Carolina Patrocínio, a jovem que no video junto explica quais os seus problemas e os seus anseios. É uma rapariga cheia de vida, com resposta pronta para tudo. O seu sonho é seguir comunicação. Porquê? Não lhe saiu a tal resposta pronta. Mas pela voz de quem os representa na JS, ficámos a conhecer os problemas que afligem os jovens portugueses: a fruta, os caroços, as grainhas, as empregadas. Uma chatice. A juventude socialista está atenta. E sente-se o pulsar da sua irreverência na frase Sócrates tem feito um trabalho exímio no que diz respeito a ajudar os jovens a construir o futuro. Dita por quem a diz, Sócrates andará a descaroçar também cerejas.
Santana Lopes em Castelo de Vide sobre o programa:não diz aquilo que não pode e não diz aquilo que não sabe.
Não foi combinado mas Henrique Medina Carreiraparece dar-lhe razão. Um pequeno programa, claro e curto, e não, como usualmente, uma ‘apólice’ de seguro para enganar os eleitores (...) Qualquer maioria? Absoluta de um partido, não: os estragos irreparáveis já produzidos em Portugal, nestes quatro anos, dos quais Sócrates nem sequer tem consciência, constituem uma duríssima e inesquecível lição.
Manuela Ferreira Leitetambém em Castelo de Vide: Chegamos ao fim desta legislatura com o sabor amargo da oportunidade perdida, dos combates desgastantes e, quantas vezes, estéreis (...) Nestes quatro anos e meio, o Estado transformou-se de modo insustentável numa máquina ao serviço do poder e dos que o ocupa, dos que protege e dos que lhe são submissos, com raras e honrosas excepções que só confirmam a regra (...) Criou-se um ambiente de intriga e de falsas verdades, diluíram-se pilares da sociedade como a família e o casamento, para impor a vontade da lei onde devia prevalecer a liberdade individual, a coberto de proteccionismos pseudo-esclarecidos, entrando-se no declínio e na erosão dos valores cívicos e éticos.
O admirável líder - que já nada mais tem para a troca - oferece-lhe, leitor, modernidade. A dele, naturalmente. É mais disso que quer?
-Ai Julinha venhe muite aborrecida, atã num é que recebi um i-mêilio do Dêtor André a cunvidar-me pa jantá?! Será que tem ciúmes dê ire à ôtra framárcia?! - Êlha num querim lá vê! Ê também recebi um i-mêilio desses! Mas ê sô cliente! U qué que será q'ele qué c'a gente? Ai s'o mê Zé Antónhe sabe! - Bom dia!! - Bum dia! Tal está isse? -Minhas senhoras vejam bem, o e-amil que acabei de imprimir:
Meus amigos, Como todos devem já saber sou candidato a presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria da Devesa apoiado pelo PS. Antes de mais quero dizer-vos que foi uma decisão difícil de tomar pois quem se mete nestas coisas sabe que sai mais vezes a perder que a ganhar. Mas considerei que alguma coisa mais pode ser feita por castelo de vide e é a nossa obrigação cívica de contribuir. Apresentaram-me o projecto, a forma de o executar e iam muito dentro da minha linha de pensamento. O convite que vós faço é de um jantar onde iremos falar sobre o futuro de Castelo de Vide. O jantar vai realizar-se no dia 28 de Agosto pelas 20h no S. João, o preço será de 5€. Agradecia que me dessem resposta de quantas pessoas cada um vai levar até 2ª feira. Espero que nenhum de vós pense que serão criticados por irem ao jantar desde e de outro partido, afinal de contas somos livres de ir a todos se o entendermos... Não somos!? E lembrem-se, Castelo de Vide depende de cada um de nós. Cumprimentos, André Barrigas
-Traguim de lá a panelinha c'a velha inda tem pinguinha!