terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

OLHÓ CARNAVAL A CHEGAR !
























Antero

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

ESTE GRANDE ALDRABÃO TÊM CONDIÇÕES PARA CONTINUAR?

Primeiro-ministro tinha plano para condicionar actuação de Cavaco Silva
José Sócrates insulta Chefe de Estado em conversa com Armando Vara

O país está irrespirável.
Um gigantesco polvo usurpa o poder, serve-se das instituições para promover interesses inconfessáveis, esbulha os recursos do país.
A liberdade de expressão está condicionada; as represálias na administração e nos concursos públicos proliferam; o medo instalou-se e domina as organizações.
O país estiola e o exercício da política começa assemelhar-se um imenso Coliseu onde os valores não existem e, à boa maneira maquiavélica, os fins parecem justificar todos os meios.
Neste cenário a pergunta é inevitável e já anda no ar: terá este primeiro-ministro condições para continuar?


M.

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

OS MARQUESES DE POMBAL

Todos reconhecemos hoje a grande visão de marquês de Pombal ao proceder à reconstrução da cidade de Lisboa, após o terramoto de 1755. Mas o mérito do marquês residiu precisamente em ter pensado assim em 1755 e não em 2010. E a razão é muito fácil de entender: hoje o mundo é diferente. No século XIX, as coisas eram feitas para durar toda a vida; no século XXI, as coisas são feitas para durar, quando muito, alguns anos e poucos. Cem anos, no século XVIII, eram uma pasmaceira; um ano, no século XXI, é uma eternidade.

Todos recordamos ainda o fecho do terceiro anel do estádio da Luz, nos anos 80. Fernando Martins, quando lançou mãos à obra, estava convencido de que aquilo era uma obra para toda a vida. Só que, apesar de já não ser novo quando iniciou a obra, Fernando Martins ainda viveu o suficiente para ver o estádio da Luz ser demolido e construído de novo. E se viver mais uns anos, ainda vai ter a oportunidade de ver o estádio ser totalmente remodelado. No século XXI, tudo é efémero e o futuro chega e passa depressa.

Acontece que os nossos 308 presidentes da câmara e demais governantes ainda só agora chegaram ao século XVIII e vivem fascinados com o marquês de Pombal que querem imitar, a todo o custo. Não há presidente da câmara que não sonhe fazer uma obra para o milénio, com vista a perpetuar o seu nome.

Se fossemos um país rico, isso não tinha grande relevância porque não nos custaria pagar essas excentricidades. O que custa a Cristiano Ronaldo comprar um Ferrari?


Acontece que somos um país pobre. E os pobres não se podem dar ao luxo de comprar Ferraris, mesmo que algum banco lhes empreste o dinheiro. E todos também percebemos porquê: porque não têm dinheiro nem para pagar o empréstimo, nem tão pouco para suportar os encargos com a manutenção do bólide.

Olhemos para o TGV. Para além de custar uma autêntica fortuna, todos os estudos apontam para que seja um investimento altamente deficitário. Como o país não tem dinheiro, o nosso Governo, obcecado com a obra, arranjou uma maneira de a começar a pagar apenas dentro de alguns anos. Só que, quando começarmos a pagar a obra, vamos também ter de começar a suportar os prejuízos do mau investimento e de suportar os custos com os inevitáveis investimentos para substituição de carruagens, linhas e adaptação a novas tecnologias. Acresce que a falta de senso deste investimento ainda é agravado pelo facto de o TGV afinal não se destinar a transporte de mercadorias e a ligação de Madrid à Europa ter sido suspensa.

É evidente que isto vai-nos sair muito caro e só pode ser pago de uma forma: com redução drástica de salários (por via, designadamente, do aumento dos escalões do IRS), com cortes nas transferências para as autarquias, com despedimentos na função pública, com aumento de impostos (designadamente sobre o património), com a criação de coimas cada vez mais pesadas sobre tudo e mais alguma coisa, com cortes nas prestações sociais, com portagens nas SCUT’s e com desemprego. E tudo isto vai alimentar, inevitavelmente, a espiral de insegurança, com cada vez mais assaltos, sequestros, violência e negócios controlados pelas máfias.

Mas o povo português não se pode queixar do sofrimento que o espera. Porque este cenário é a consequência natural do voto expresso nas urnas, por acção ou omissão.

É, por este motivo, que eu olho sempre com muitas reservas para todas essas obras megalómanas que os nossos 308 presidentes da câmara lançam todos os anos de norte a sul do país, sem qualquer preocupação com a sustentabilidade das mesmas ou com um planeamento nacional.

Portugal é um país pobre, com uma mão-de-obra pouco qualificada, com baixa produtividade e com poucos recursos. Não se pode, pois, dar a estes luxos de gente rica. Se um pequeno comerciante pensar em recorrer ao crédito para aumentar a sua loja, tem de pensar, antes de mais, se o investimento compensa. Porque, se o rendimento que retirar da loja não for suficiente para pagar as prestações ao banco, mais vale não fazer o investimento, caso contrário fica sem o dinheiro e sem a loja. E se o crédito, então, for para fazer uma vivenda com piscina, o melhor mesmo é não se meter nisso, porque vai acabar por ficar com a dívida e sem a casa, a piscina e a loja.

Ora, Portugal está, ao nível, de um pequeno comerciante, cheio de dívidas e com poucos rendimentos. Não é, pois, altura de continuar a alimentar sonhos de grandeza lançando obras megalómanas que não temos dinheiro para pagar, a não ser à custa de muita miséria e sofrimento. E este vai ser, infelizmente, o grande legado dos nossos 308 presidentes da câmara e dos nossos governantes para as gerações futuras.


A.S.M.L.

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sexta-feira, 15 de Janeiro de 2010

CÂMARA DE CASTELO DE VIDE DESPEDE FUNCIONÁRIOS

MAS COMPRA JIPE DE LUXO

PARA O USO DE

VICE-PRESIDENTE

domingo, 10 de Janeiro de 2010

CADA VEZ MAIS

Odeio a política assente nas teias da sacristia.
Tenho repulsa pela confusão entre o iniciático e a política, entre o profano dos interesses e o sagrado da metafísica.
Rejeito a confusão patrimonialista, negocista ou feudal, pela ligação entre o espaço do doméstico, ou empresarial, e a praça pública.
Isto é, não admito que a lógica do público, do comunitário ou da república, seja subvertida pelos mais baixos fins das sociedades imperfeitas e dos corpos intermediários.

A nossa história contemporânea está cheia de maus exemplos oriundos deste confucionismo. E tardam as mostras de sincero arrependimento por anteriores faltas de autenticidade.
Logo, temo que voltem a triunfar certas instâncias que bem gostariam de recriar um conflito entre política e religião, mesmo que seja o habitual sucedâneo que põe, de um lado da barricada, o humanismo católico e do outro, o humanismo laico.

A questão do centenário do 5 de Outubro, a que chamam indevidamente república, ou a recente questiúncula do casamento de pessoas do mesmo sexo, até pôs excelsos activistas dizendo que eram por isto ou por aquilo porque eram ateus ou crentes.
Prefiro dizer que maçons e católicos, comunistas e monárquicos, republicanos e sindicalistas, isto é, alguns dos grupos mais enraizados e mais coerentes da recente história portuguesa, todos eles podem invocar perseguições de uns por outros, e até alguma espiral de violência simbólica.

Seria preferível dizer que entre eles pode haver lugares comuns que permitem o diálogo, sem o qual não pode haver pátria, humanidade ou justiça, esses valores mais perfeitos que devem mobilizar e dar inclusão às parcialidades, às facções e às paixões.
Os adversários e concorrentes não têm que ser inimigos.



JAM

quinta-feira, 24 de Dezembro de 2009

FELIZ NATAL...

sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

SALÁRIO.. DE FILHOS DA PUTA...

Mesmo no ano em que o Mundo atravessou uma das maiores crises financeiras dos últimos cem anos, cada gestor-executivo de um banco recebeu em média um salário anual de 698 081 euros, um aumento de 13% face a 2007. No sector não-financeiro o aumento foi de 7,7 por cento, com o salário médio anual de um gestor nesta área a totalizar 571 756 euros.

O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), António de Sousa, criticou hoje a medida que o governo vai incluir no Orçamento de Estado para 2010 de tributação dos prémios de gestão atribuídos aos banqueiros. Custa-me a perceber um novo imposto apenas para os bónus da banca.


A mim também me custa a perceber como têm a lata de aparecerem em programas de televisão a apregoar a contenção salarial para os outros e a justificarem a necessidade de despedimentos. E, o pior é que nós acreditamos neles e aceitamos isto naturalmente, mesmo quando os ouvimos contestar um aumento de 25 euros para quem só ganha 450 por mês.


K.

SALÁRIO... ESMOLA...

Está estabelecido que, a partir de Janeiro, o ordenado mínimo atingirá o valor de 475 euros (95 contos em moeda antiga), o que é, averiguadamente, pouco para se viver com um mínimo de decência. Mesmo assim, o patronato, com aquela sensibilidade social e aquela generosidade que se lhe reconhece, quer fazer esta maviosa contraproposta: reduzir para 460 euros (92 contos em moeda antiga), significando este projecto patronal que se quer tirar 15 euros mensais (3 contos; ou seja: cem escudos por dia) a milhões de portugueses.

A ausência de escrúpulos destes senhores brada aos céus. E vão às televisões ostentando fatos caríssimos e gravatas cujo preço é igual, ou mesmo superior, ao ordenado mínimo que pretendem limitar. Eles não têm vergonha, e como não desejo arcar com a falta de vergonha deles, limito-me a pateá-los.

Portugal transformou-se numa quinta para uma dúzia de cavalheiros. Os bancos e as grandes empresas apresentam lucros extraordinários e, mesmo assim, "eles" não estão satisfeitos. Não há "empresários"; há "gestores." O número de desempregados aumenta, de forma assustadora, e o que os dirigentes sabem propor é o acréscimo das horas de trabalho sem compensações que as justifiquem. Não se trata de demagogia nem de manifestações panfletárias. O esmagamento de quem trabalha atinge as raias do obsceno. Assim como obsceno é os vencimentos auferidos por numerosos administradores de empresa [Bagão Félix dixit]. Há dias, foi noticiado que altos dirigentes do BPN se reuniram, com funcionários intermédios, em jantares realizados em hotéis de luxo. Parece que não lhes aconteceu nada.

Naturalmente, a ira, concentrada pela injustiça, poderá explodir a qualquer momento.

Por outro lado, temos um Governo minoritário que não quer prestar contas à oposição e está a conduzir a sociedade portuguesa para situações extremas. Parece que os governantes não viajam pelo País e que sobrenadam num charco virtual, de qualquer das formas - charco. A incompetência lavra, aparentemente de modo impune. Um ministro diz uma coisa para logo se apurar que é mentira. Um parlamentar afirma isto, e imediatamente Francisco Assis diz o contrário.

Há dias, numa reportagem televisiva, ouviu-se este trágico desabafo, expresso por uma senhora modestamente vestida: "Eu não sei se hei-de rir, se hei-de chorar!" Chegámos a um ponto onde reina o absurdo. Agora, a tese é a seguinte: O PS não está mal, mas o Sócrates tem de ir embora. Faz caminho, a fórmula, e não só fora do partido. A intriga começa a ser larvar.

Nenhum país pode viver nesta tensão quase dolorosa. Todos os dias surgem um escândalo, uma ameaça de aumento dos bens essenciais, uma declaração de princípios daqueles que ganham milhares de euros por mês avisando-nos de que temos de fazer mais sacrifícios. O desequilíbrio não é, em si mesmo, justificação para o descalabro: é a desvergonha, a indecência a falta de dignidade que assolam o País.

Demonstradamente, José Sócrates não serve. Não é socialista, não é social-democrata, não é demo-liberal à maneira italiana. Não serve, está visto. Porém, a oposição também não é alternativa. Registada a impossibilidade de a Esquerda se entender, que nos resta? O PCP continua o realejo de uma visão que me parece cada vez menos adequada às urgências da realidade. O Bloco reflecte a mistura ideológica que o sustenta. O CDS não se sabe muito bem o que é: às vezes é uma coisa, outras vezes outra, sem ser rigorosamente, coisíssima nenhuma. Depende da disposição e das birras de Portas. O PSD já não consegue dissimular a desgraça que lhe subjaz. A dr.ª Manuela é um caso pungente. Passos Coelho, um rapaz velho.

Aguiar-Branco, uma ausência de ideias. Um amigo meu, diz-me que estou enganado: Passos não é, propriamente, aquilo que penso, digo e escrevo. Têm de me o provar, respondo.

No fundo, a situação a que o PSD chegou resulta dos trambolhões que assinalam o desvario da sua existência. Já nem sequer falo em coerência ideológica. Falo de comportamento moral, político e social. Basta recordar a galeria de pessoas que foram seus líderes para se obter um bom retrato do que aquilo é.

Mas os partidos "de poder" arrastam consigo estas tragicomédias. O PS é semelhante. Que desejavam e quem eram os seus "fundadores"? Um grupo de advogados, burgueses e às vezes, como dizia Artur Semedo, e alguns antifascistas muito fatigados. Quando Mário Soares colocou o socialismo "na gaveta", a gaveta já abarrotava de "socialismo" retardado.

O regabofe começou no mesmo dia em que o 25 de Abril encerrou portas e janelas. Trinta e cinco anos depois do que foi a grande promessa apenas resta a rebujice de quem envelheceu. Apenas. Rabujice


B.B.

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

DE JANEIRO A JANEIRO - TRABALHAR COMO ESCRAVOS...

Não sei se percebi bem.
Os hipermercados querem obrigar os trabalhadores a fazerem mais 4 horas diárias sem as pagarem ?

Extraordinário!

Não sei se o dono do Pingo Doce (não me ocorre o nome) também vai fazer esta proposta-obrigacionista aos seus queridos colaboradores.

Aqueles que aparecem no anúncio da TV travestidos de gente feliz sem lágrimas, rindo e dançando em cores saturadas numa encenação de um desses brasucas que fizeram do acabado Lopes um Menino Guerreiro.

É que o patrão do Pingo Doce, também feliz e querendo fazer parte agora daquele team de portugueses que decidiram apregoar que Ok está bem a gente consegue!, e um dos arautos do crescimento sem despedimentos, nem aumentos, nem nada para ninguém, agora queira esse milagre da nova Economia que seria um admirável Mundo Novo sem esse pormenorzinho irritante marxista da mais-valia, e esse monstro carregado de CO2 social que é a luta de classes.

Não acredito que o não-pagamento de uns tostões por trabalho extra possa por em causa uma campanha alegre que faz mexer na tumba o genial António Ferro.
É que aquele anúncio não é só uma campanha publicitária.
Aquele anúncio é por si um ícone da ideologia pequeno-burguesa e decadente do país, governado por uma agência de comunicação e legitimada por uns milhões de figurantes que só querem aparecer para o boneco e não desempenharem um papel na sociedade.

Mas até posso estar enganado e afinal no Natal até há capitalistas bons.
Tudo bons rapazes, citando o Padre Américo.


L.C.

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

VIVA O PAI NATAL ABAIXO PADRALHADA FUNDAMENTALISTA E REACCIONÁRIA DE CASTELO DE VIDE [Parte II]

Mais uma pérola publicada no Boletim Paroquial da Fábrica da Igreja Matriz de Castelo de Vide:




O PAI NATAL:

ESTÁ EM AGONIA

E

VAI MORRER...?

Clique na imagem para
ler na integra


Comércio por comércio vale mais comprar um Pai Natal que a bandeira, pois este é muito mais barato e as pessoas do comércio pagam impostos.

VIVA O PAI NATAL ABAIXO PADRALHADA FUNDAMENTALISTA E REACCIONÁRIA DE CASTELO DE VIDE

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SAUDAÇÃO

quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

OS SOCIALISTAS METEM NOJO...


O Banco de Portugal vai emprestar até 1,06 mil milhões de euros ao Fundo Monetário Internacional (FMI)
Porra, estamos nós com mais de 10% de desemprego e mais de 40% de pobres neste país e andamos a emprestar dinheiro a esses usurários que nos esmifraram quando Portugal estava falido.
Não faz esse dinheiro falta para saúde, educação, emprego, segurança social e desenvolvimento do país?


Tudo isto mete nojo.


K.

quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

CASTELO DE VIDE CONDENADA AO ESQUECIMENTO

Foram revelados os dados do ICA sobre os espectadores dos filmes portugueses.

Clique na imagem para ler na integra


O Último Condenado À Morte

teve 2388 espectadores.


O Cine-Teatro tem 365 lugares que esgotaram em 4 sessões o que dá 1460 espectadores, como tal, fora de Castelo de Vide o filme foi visto por 928 espectadores.


Como em informação prestada pela Câmara Municipal de Castelo de vide, em 11 de Setembro de 2009, a participação financeira da autarquia foi de 4.813,57 Euros o resultado é que a Câmara Municipal de Castelo de Vide gastou 5,18 Euros por espectador.
Valor que como investimento na divulgação da Vila talvez seja demasiado elevado.

Transformação Independente

segunda-feira, 23 de Novembro de 2009

HÁ GRANDES BESTAS NESTE P.S. ...


O excelso crânio que vemos na foto é estonteante. Parece-me que no Parlamento Europeu não produziu nada absolutamente nada. Foi um dos membros mais nulos dessa casa segundo inquéritos internacionais (foi um deputado ZERO: ZERO Moções; ZERO Questões orais; ZERO Relatórios; ZERO Declarações; parece-me que emitiu UMA opinião UMA vez!).

Agora, em dois dias, produziu um homicídio de carácter e uma decapitação.

Bravo.

É caso para temer pela saúde e carreira profissional do juiz de instrução de Aveiro (o doente Valupi quer mesmo a cabeça do homem) e do procurador titular do Face Oculta que, como se sabe, em nada concordam com o PGR sobre as escutas.

Olhem para Rui Teixeira, oh voluntaristas: vão parar à província, não receberão ordenados e avaliação e/ou promoção nikles. De resto, é muito interessante a preocupação dos socialistas com o segredo de justiça.

Não foi Ferro Rodrigues que disse que se estava cagando para isso?

Votem mais neles, pois, e que Deus os (e vos) guarde!



C.V.

quinta-feira, 19 de Novembro de 2009

DESEMPREGO ...




Os sinais de recuperação da economia estão a demorar a chegar ao mercado de trabalho e ameaçam as previsões mais optimistas do Governo.
No terceiro trimestre de 2009, a taxa de desemprego disparou para os 9,8% e, segundo as estatísticas oficiais, afectou 547,7 mil pessoas.

Pode um país em que um em dez dos seus cidadãos não encontra trabalho ser considerado livre e democrático?
Veio o engenheiro desculpar-se com a crise, como se não tivesse culpas no cartório, como se não fosse um dos que aplicam o sistema capitalista global à força e à custa dos cidadãos do seu próprio país.
Que inocência pode alegar quando foi ele o autor da nova lei do trabalho que tudo permite aos patrões e retira todos os direitos aos trabalhadores?
Que lógica pode haver em enterrar mais de 3 mil milhões para aguentar um Banco delapidado pela corrupção e vermos depois os trabalhadores da Quimonda Solar serem despedidos ao verem declarada a insolvência da empresa por uma divida de 26 milhões. Não seria o dinheiro enterrado naquele Banco mais bem empregue a salvar empresas e empregos, garantindo a dignidade das pessoas e a sustentabilidade do país quando a crise passasse? Não seria esse dinheiro mais bem empregue a salvar o trabalho e a evitar a miséria e o sofrimento daqueles que não conseguem trabalho para sustentarem os seus filhos?

K.

quarta-feira, 18 de Novembro de 2009

OS FILHOS DA PUTA ...

Tadinhos dos pobres políticos....... trabalham TANTO e ganham tão pouco...

Meus amigos (as), vamos unir esforços e angariar fundos para ajudar o COITADO.

SILVA LOPES, 77 ANOS,

NOMEADO ADMINISTRADOR DA EDP RENOVÁVEIS.

A pouca vergonha continua. Ao que isto chegou.

SILVA LOPES, com 77 (setenta e sete) anos de idade, ex-Administrador do Montepio Geral, onde saiu há pouco tempo com uma indemnização de mais de 400.000 euros, acrescidos de varias reformas que tem, uma das quais do Banco de Portugal como ex-governador, logo que saiu do Montepio foi nomeado Administrador da EDP RENOVÁVEIS, empresa do Grupo EDP.

Com mais este tacho dourado, lá vai sacar mais umas centenas de milhar de euros num emprego dado pela escumalha politica do governo, que
continua a distribuir milhões pela cambada afecta aos partidos do centrão.

Entretanto o Zé vai empobrecendo cada vez mais, num pais com 20% de pobres, onde o desemprego caminha para niveis assustadores, onde os salários da maioria dos portugueses estão cada vez mais ao nivel da subsistência.

Silva Lopes foi o tal que afirmou ser necessário o congelamento de salários e o não aumento do salário mínimo nacional, por causa da
competividade da economia portuguesa. Claro que para este senhor, o congelamento dos salários deve ser uma atitude a tomar, (desde que não congelem o dele, claro).

Quanto a FERNANDO GOMES, mais um comissário político do PS, recebeu em 2008, como administrador da GALP, mais de 4 milhões de euros de remunerações. Acresce a isto um PPR de 90.000 euros anuais, para quando o " comissário PS " for para a reforma. Claro que isto não
vai acontecer pois, tal como Silva Lopes, este senhor vai andar de tacho em tacho, tal como esta cambada de ex-politicos que perante a
crise " assobia para o ar ", sempre com os bolsos cheios com os milhões de euros que vão recebendo anualmente.

Estes senhores

não têm

vergonha na cara?


T.C.

quarta-feira, 11 de Novembro de 2009

SALÁRIO QUE TEMOS...

O Salário Mínimo Nacional vale actualmente menos do que em 1974 quando foi criado.
Se tivesse evoluído ao ritmo da inflação deveria ser hoje de 584 euros, mais 30 por cento do que os 450 definidos no início do ano.

Se tivesse evoluído ao ritmo do crescimento dos preços, o Salário Mínimo Nacional podia valer hoje mais de 580 euros.

Nascido em 1974, faz hoje 35 anos, o decreto-lei então publicado explicava os objectivos de criar uma retribuição mínima mensal: garantir a correcção dos desequilíbrios sociais e económicos, melhorando os «níveis de vida muito baixos».

Na altura, a decisão iria beneficiar 50 por cento da população activa. Era esse o objectivo escrito no decreto-lei assinado pelo primeiro Governo provisório, liderado por Adelino da Palma Carlos. 3.300 escudos (ou 16 euros e meio) era o salário mínimo de então.

As contas feitas pela TSF com a ajuda de João Loureiro, professor da Faculdade de Economia do Porto, mostram como rapidamente nos anos seguintes o crescimento do salário mínimo ficou abaixo da inflação.

Nos últimos três anos o governo socialista aumentou a retribuição mínima acima do crescimento dos preços, mas a medida contínua no entanto longe de compensar a perda de poder de compra das décadas anteriores.

Os dados mais recentes do Gabinete de Estratégia e Planeamento do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social apontam para 6,3 por cento dos trabalhadores a ganhar em Abril de 2008 a retribuição mínima mensal garantida.
A diferença entre sexos é clara: 5 por cento dos homens recebem o salário mínimo, contra quase 10 por cento das mulheres.


Dados do Eurostat mostram que o salário mínimo português é o segundo mais baixo dos países da Zona Euro, ficando apenas à frente dos ordenados que se encontram na Eslováquia.


N. G.

segunda-feira, 9 de Novembro de 2009

domingo, 8 de Novembro de 2009

IGNORÂNCIA SOCIALISTA... VIGARISTA SOCIALISTA...

Vejam.

Armando Vara, melhor, o Dr. Armando Vara, um turbo-licenciado à pressa na Independente (apenas 2 dias antes de assumir a direcção na CGD) no mesmo tempo de Sócrates, pede a "suspenção" do seu mandato (e não a suspensão)!

DICIONÁRIO TERMINOLÓGICO - VOLTAR À VACA FRIA

Agora, que as águas estão mais calmas, no que concerne a questões de linguística, surge-nos de chofre o Novo Programa de Português (NPP). Poderíamos pensar que estaríamos descansados em relação à arqui-designada TLEBS (Terminologia Linguística para o Ensino Básico e Secundário), porém, para quem não sabe, o NPP traz à colação o Dicionário Terminológico, nova designação para a tal terminologia linguística.


Se concluirmos (o que pode ser refutável) que o NPP em pouco acrescenta ou altera os Programas de Língua Portuguesa dos três ciclos, ficamos com a impressão - quiçá errada - de que o novo programa está ao serviço do Dicionário Terminológico (convém referir que a versão on-line, do Ministério da Educação, se encontra em http://www.dgidc.min-edu.pt/linguaportuguesa/Paginas/DT.aspx e que existe já uma edição em papel, não oficial e distinta da organização da versão do ME, editada pela Plátano Editora, de Isabel Casanova, intitulada Dicionário Terminológico, compreender a TLEBS). Se assim for, há razão para nos alertarmos e até preocuparmos. Seria, a ser verdade, uma forma pouco deontológica de impor uma verdade que, até ver, carece de consenso. Até agora, não está provado que a nova gramática seja um benefício pedagógico para os alunos: a complexidade terminológica e a distinção quase subtil de conceitos gramaticais surgem como um impedimento a uma assimilação de conceitos que, na gramática tradicional, não se poriam. Nessa gramática, não só não se esmiuçavam certas noções, como havia uma margem, ao critério dos professores (ainda que com certa base científica), para a ressalva de incongruências possíveis ou zonas de ambiguidade. Com a nova terminologia, toda a linguagem metalinguística se torna complexa, surgindo novas zonas de ambiguidade mais delicadas ou que, ao que parece, implicam a sua dose de relativismo.

Saliente-se que foram vários os protestos contra a TLEBS, surgidos essencialmente em 2006. Desde Eduardo Prado Coelho a Saramago, passando por Maria Alzira Seixo ou Manuel Gusmão (que escreveu o excelente artigo "Uma triste Vocação para o Desastre", sobre essa matéria - Expresso, 27 de Janeiro de 2007), várias foram as vozes críticas e discordantes. Passou-se a ideia de que havia, para além de critérios académicos, interesses económicos e particulares associados à implantação dessa nova terminologia.

Recordo aqui algumas palavras da cronista Helena Matos, do jornal PÚBLICO: "O monstro chama-se TLEBS. Para memória futura convém defini-lo desde já como o maior contributo dado por Portugal para a iliteracia das gerações futuras (11 de Novembro de 2006)" e "Podemos discutir interminavelmente as vantagens e desvantagens da nova terminologia. Pessoalmente considero-a confusa, desadequada e prolixa. Pode objectar-se que a terminologia substituída pela TLEBS padecia dos mesmos defeitos. Em alguns casos sim, mas em grau muitíssimo menor (18 de Novembro de 2006)". Num ponto - até porque a cronista não pode provar certas afirmações - Helena Matos está certíssima: a TLEBS (agora Dicionário Terminológico) é prolixa. Implica imensas noções para explicitar uma, tende a favorecer a minudência, é sumptuosa nas evidências. Mas isto são sinais dos tempos, num tempo em que os professores são triturados nas pilhas de papéis que também eles criaram, ou em que se concebem reuniões por matérias vácuas.

Desfolhando o Dicionário Terminológico de Isabel Casanova ao acaso, paro na página 50, onde encontro a entrada "Assassínio linguístico". Diz a referência: "Diz-se da morte linguística causada por uma língua politicamente dominante". Ora, não será mesmo disto que se fala, quando se fala de nova terminologia?
De uma espécie de Novi-língua de Orwell?
Estaremos assim tão perto daquele 1984?


António Jacinto Pascoal

domingo, 25 de Outubro de 2009

É SÓ "GENTE" MUITO SÉRIA...

Um “manual de bons costumes”?


(...)
Levítico 16, 19-30

Levítico, tradicionalmente, atribuído a Moisés, é o terceiro livro do Pentateuco, um dos livros do Antigo Testamento da Bíblia.

sábado, 17 de Outubro de 2009

O ESTADOA QUE CHEGÁMOS...

A chamada casa da democracia reabriu na quinta-feira. Tudo como dantes sem ser palha de Abrantes, mas com muitas escleroses de brigadas do yes minister.
No Portugal Contemporâneo, é o 76º parlamento, para o 126º governo, depois de cerca de 200 golpes de Estado, 5 revoluções, 8 reis e 8 presidentes eleitos pelo povo, em cima de 13 233 dias de salazarquia.

Os cinco partidões parlamentares entraram ontem em São Bento como se estivessem na fila para a inspecção militar numa direcção-geral que os funcionaliza em soldados rasos. E não repararam como a cerimónia de unidimensionalização estava quase a ser transmitida em directo...

Poucos observaram que já não há esquerda nem direita no hemiciclo, mas um partido dito de esquerda que é do centro e vai governar à direita e que dominam os chamados bonzos, acicatados por endireitas e canhotos, transformados em simples satélites do centrão.
O socratismo acabou, o gamismo continua.

Raros notaram que as decadências em Portugal duram que se fartam. Têm o tempo do estertor do rotativismo, ou da nova república velha depois do sidonismo, ou do salazarismo depois das eleições Delgado.
Porque todos os partidos pós-revolucionários são meras federações de grupos de interesse e de pressão em equilíbrio instável.
Só o sentimento predador face ao poder os unidimensionaliza...

Todos os grandes partidos são pilha-tudo, entre o unipessoal dos comandos e a ilusão das mobilizantes candidaturas presidenciais, perdendo a funcionalidade, onde, quanto menos maiorias absolutas, maior será a hierarquização face aos directórios partidários...

Qualquer cidadão que sofra as agruras de qualquer um dos microcosmos da mesa do orçamento sabe de experiência sofrida que a crise de mobilização para bem comum nos encarquilha. Qualquer dos que ainda vivem encantados percebe que a falta de organização do trabalho nacional é provocada pela tradicional ditadura da incompetência que se apoderou dos organigramas e das chefias das ferocidades reformadoras da nossa decadência.
Acontece a São Bento o que está a suceder em autarquias, direcções-gerais, escolas e quartéis.

Todos vivem entre a renúncia e a greve de zelo, como antes do 25 de Abril de 1974, quando também dominava o ambiente de estado a que chegámos...
Prefiro o Salgueiro Maia!


J.A.M.

quarta-feira, 14 de Outubro de 2009

MAIS UMA DO GRANDE PINÓQUIO...


À saída da reunião com o Sr. Silva, onde foi indigitado para formar o novo governo, o Engenheiro afirmou que ia reunir com todos os outros partidos com Espírito aberto e coração limpo.
Para quem sofra de amnésia ou acredite em milagres foi um lindo discurso, mas para quem sofreu a prepotência e a arrogância dos últimos quatro anos só pode olhar-lhe para o nariz para ver quantos centímetros cresceu quando o disse.


K.

terça-feira, 13 de Outubro de 2009

RETIRADA IMEDIATA DOS JARRÕES DO JARDIM PEQUENO

ASSINE E DIVULGUE A PETIÇÃO


Queremos uma vila moderna para morar. Mas não a qualquer custo.

Queremos preservar o passado e requalificar o património.

Queremos o fim das decisões de intervenções fora de contexto tomadas por pessoas sem as mínimas qualificações.

Queremos ser ouvidos de forma simples, sem que o único recurso seja a assembleia municipal.

Queremos canais directos e processos transparentes.

Queremos Castelo de Vide como ela é, a caminhar para um futuro sustentável.

Queremos melhoramentos ajustados e justificados.

Queremos o fim do mau gosto.

Queremos muito mais.

Mas, para já, contentamo-nos com pouco:


- QUEREMOS QUE RETIREM, IMEDIATAMENTE, OS JARRÕES BARROCOS DO JARDIM GONÇALO EANES (vulgo Jardim Pequeno)


domingo, 11 de Outubro de 2009

CASTELO DE VIDE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS - CÂMARA MUNICIPAL E ASSEMBLEIA MUNICIPAL


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CASTELO DE VIDE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS - SANTA MARIA DA DEVESA


CASTELO DE VIDE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS - PÓVOA E MEADAS

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CASTELO DE VIDE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS - SÃO JOÃO BAPTISTA

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CASTELO DE VIDE ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS - SANTIAGO MAIOR

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terça-feira, 6 de Outubro de 2009

DEPOIS DA MEGA SOPA DE PEIXA, CHEGA AGORA A GIGA SARDINHADA...

Sardinhada

Transformação Independente VI




Transformação Independente VI Convida a População para a GIGA SARDINHADA dia 8 de Outubro no Jardim Grande ou na Casa do Povo de Castelo de Vide (depende da chuva).

Esmerado serviço de bar acompanha sardinhas acabadas de pescar.

Música a cargo dos OIOAI.

Não é necessário ser eleitor no Concelho e se os membros das outras listas quiserem vir, estão convidados.

sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

For your consideration - António Ribeiro



Eduard Puff

quarta-feira, 30 de Setembro de 2009

VI / TRANSFORMAÇÃO INDEPENDENTE


domingo, 27 de Setembro de 2009

RESULTADOS OFICIAIS DAS LEGISLATIVAS DE 2009 CASTELO DE VIDE ( V )

CONCELHO DE CASTELO DE VIDE

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RESULTADOS OFICIAIS DAS LEGISLATIVAS DE 2009 CASTELO DE VIDE ( IV )



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RESULTADOS OFICIAIS DAS LEGISLATIVAS DE 2009 CASTELO DE VIDE ( III )



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